...serve também para descarregar a raiva ( minha avó falava réiva, que fofa ). Por falta de possibilidade de aperfeiçoar o que já não funcionava e tinha sido mal inventado o designer Rafael Morgan desenvolveu esta variavel do inutil para que se tranforme em algo util. O Psycho Plunger é baseado na celebre cena de Psicose de A.Hitchcock de 1960. Já que você não vai conseguir desentupir sua pia pelo menos descarregue a réiva.
PENSANDO
segunda-feira, 4 de maio de 2009
SÓ SERVIA PARA DAR RAIVA... AGORA...
...serve também para descarregar a raiva ( minha avó falava réiva, que fofa ). Por falta de possibilidade de aperfeiçoar o que já não funcionava e tinha sido mal inventado o designer Rafael Morgan desenvolveu esta variavel do inutil para que se tranforme em algo util. O Psycho Plunger é baseado na celebre cena de Psicose de A.Hitchcock de 1960. Já que você não vai conseguir desentupir sua pia pelo menos descarregue a réiva.
domingo, 3 de maio de 2009
ESSE NEGÓCIO DE GOSTAR DE LIVRO É UMA...
doença que a gente pega e não se cura nunca mais. É diferente de gostar de leitura, quem gosta de ler, como eu, lê até bula de remédio e letreiro de ônibus mesmo que não esteja esperando o ônibus se não tiver nada para fazer. Mas gostar de livro é diferente, você gosta de colecionar, de cuidar, gosta do cheiro, gosta de ver papel velho e amarelado impresso em tipografia com todos os tipos desalinhados e com pressão irregular. Ler um livro com cheiro é algo insubstituível na vida, hoje os livros tem uma qualidade de impressão que é fantástica e capas cada vez mais maravilhosas, mas as antigas capas duras são lindas quando bem cuidadas e colocadas numa bela estante. Enfim, leitura de livros é uma doença da qual não quero me curar.
NOTINHA DE RODAPÉ (1)

Robert Louis Balfour Stevenson, nasceu em 13 de novembro de 1850 em Edimburgo e morreu em 3 de dezembro de 1894 em Apia, Samoa, foi um novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem. Escreveu clássicos como A ilha do tesouro, O médico e o monstro" e "As Aventuras de David Balfour" também traduzido como "Raptado".
ISTO É UM TESOURO
Vou ler por esses dias A ilha do tesouro de Robert Louis Stevenson.Foi o segundo romance que li na vida e o primeiro livro que comprei. Tenho ele até hoje e é ele mesmo que vou ler, numa edição juvenil cuja capa eu publicaria aqui, mas a foto que encontrei não estava de acordo, achei esta outra que também é muito bonita. Li aos 14 anos, portanto depois de se passarem 37 anos espero reencontrar o sabor da leitura que senti na época. Mas vou com o espirito critico para recomenda-lo a minha filha que esta precisando começar a ler coisas como este romance de ação que você começa e não quer mais largar.
A gente tá sempre lendo coisas escritas recentemente e se descuida um pouco desses trabalhos geniais e tão saborosos que se tornam clássicos indiscutíveis. Culpa da evolução que os escritores estão tendo. Cinema e literatura estão se renovando de forma deliciosa. Tem muita gente escrevendo coisas boas e tem sempre uma ideia original surgindo de onde se achava que não ia sair mais nada. E de forma não profissional tem muita gente escrevendo bem em blogs sobre os mais infinitos assuntos. Acho que nunca em toda a historia da humanidade (êpa, acho que o Lula já disse isso antes) se escreveu tanto e se leu tanto e de forma tão diversa. É bom poder ler de graça pela internet tantas coisas diferentes e publicadas numa velocidade amontoante. Impossível ler tudo, mesmo voltar a certas paginas tão interessantes fica difícil, meu histórico do PC vive lotado. Eu tento ser fiel a certas paginas mas não consigo ser sempre.
Mas esta freada para ler A Ilha... é legal porque tem um saborzinho de adolescência que eu estou precisando sentir novamente.
Alias o primeiro livro que li foi: O príncipe Valente, numa versão ilustrada muito legal.
OS DEDOS AGEIS DO PROPÓSITO.
Um propósito é muitas vezes algo que acontece ou que vai acontecer sem que todos os envolvidos saibam exatamente que estão envolvidos em algo que terá um desfecho claromas cuja razão permanecerá oculta.
Agir com propósitos e não revela-los é uma forma sóbria e madura de conviver.
Eu sou de explodir e antecipar todas as minhas ações ou pior minhas ameaças, que na maioria das vezes dão em nada. Já algumas pessoas são muito sutís, se camuflam no meio do redemoinho e agem de forma discretissima fazendo manobras atrevidas até. Antes de serem maldosas são engenhosas e frias. Aqueles que muitas vezes nos parecem bobos, são na verdade camuflados e muito focados naquilo que querem, e não dão pinta prá não serem superados.
Admiro essa capacidade de ficar na moita, manobrando quietinho enquanto o propósito não é atingido. Cada um que se cuide e tenha seus propósitos.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
QUAIS CAMINHOS...
Alguns caminhos que percorri foram me afastando das pessoas.A intenção sempre fora o contrário, mas o resultado conseguido sempre foi o inverso.
Segui inflexível em relação a certas coisas que não me agradavam.
Não fiz as concessões que muitos fizeram, mesmo eu não sabendo porque não fazia.
Criei um muro entre eu e o mundo sempre que me foi possível, e vivi bem, vivo ainda.
Entendi muito cedo que somos unos, e que nos relacionamos por algum tipo de conveniência.
Viver de forma individual é diferente de ser solitário.
Solidão é falta, individualidade é capacidade de ser auto-suficiente em muitas coisas.
Mas esta auto-suficiência foi adquirida justamente por não ter conseguido esta próximo e unido às pessoas.
Quer dizer o plano inicial, se é que havia, era outro e não deu certo.
Errei o caminho que queria seguir mas encontrei outro.
SALPICANDO UM POUCO MAIS DE HUMOR ARGENTINO
Este cartunista argentino é um dos melhores em todos os tempos tanto em qualidade de traço quanto à genialidade de seu conteudo. Ele hoje é um senhor de quase 80 anos, se não estou enganado, e somente agora deu uma breve pausa em sua produção. Quino é algo sem o qual a geração de protesto dos anos 60 e 70 não conseguiria viver entender algumas das coisas que aconteciam.
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