PENSANDO

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sábado, 7 de novembro de 2009

USANDO O TERMO CERTO

Veja esta imagem.
Pois eu não gosto de ouvir musica.
Gosto de sentir musica.
Esta vendo a música saindo em cobalto da esfera magenta?
C'era una volta il West de Ennio Morricone é o que sinto neste momento.
Então quem ouve música?
Aquele cara que vem vindo com o carro 500 metros atrás de você e já esta atrapalhando sua conversa, que quando chega ao seu lado você deseja a morte dele, que quando ele passa e vai embora você não sentido em existir a humanidade.
Pois eu gosto de estar só, colocar mesmo em volume alto a musica - sou meio surdo justamente por ouvir musica muito alto - e me concentrar na musica e só na musica.
Sentir algo como: desejo de produzir uma tela, um desenho, de correr, de escrever sobre algo.
Em minha caminhas solitárias pela praia deserta da Ilha eu vou ouvindo o MP5 no volume máximo e perco a noção das leis da fisica, depois me lasco todo porque estou muito longe e sem perna prá voltar e morrendo de sede e torrado de sol.
Pura inspiração. Me pergunte de onde vem minha criatividade. De onde tiro 500 postagens para um blog num ano, de onde tiro 60 perguntas em 30 minutos prá fazer uma entrevista de duas que participo por semana na comunidade Somos Imortais ( sempre elimino as 20 perguntas que acho menos interessantes e posto apenas as 40 melhores ), ou as dezenas de desenhos que faço por semana os as infinitas abobrinhas que escrevo na Teorias Cretinas.
Respondo: vem da vibração que a musica produz em minha mente e faz a harmonização das informações que trago nela em forma de algo adequado para aquele momento. Minha mente pulsa, a musica pulsa, as duas pulsações se encontram, uma vence, dai brota algo, este algo é uma ideia.
Mas cansa.

6 comentários:

Arquimedes Pessoni disse...

Pois é, a música faz uma diferença pra gente... o legal é ver a segunda geração tendo contato com músicas que tivemos há anos e dando um verdadeiro remake em tudo. Tô teclando e ouvindo minha filha e 6 amigos na sala tocando Raul no piano, guitarra, violão e contra-baixo... Toca Raul, meu!!!!

Vitorio disse...

Arqui vi as fotos.
Limparam a geladeira.
Isso salvara a musica!
Qdo todos os funkeiros perecerem Raul resurgirá do pó, meu, do pó cara!
Abçs.

Galatea disse...

A música possui, sim, uma qualidade transcendental. Ela provoca os desejos de origem emocional que você postou!

Ela é inclusive usada com fins terapêuticos. Males de longa data, como traumas, podem ser suavizados enormemente através da música.

Mary Joe disse...

Vitorio também sempre gostei de sentir musica... também concordo que esse é um prazer solitário.

Não cheguei a ficar meio surda, acho uqe porque tive filhos antes de vc (em idade de cada um, claro) e aí, tive uqe parar de ouvir musica no talo como eu gostava, porque sempre tem alguém dormindo.

E ate hoje não me adapto a fones, então mpnada faz a minha casa, apenas qdo colocamos no som do carro.

Agora que sei o segredo do seu sucesso... bastaria conseguir imitar, rs
Beijokas
Mary Joe

Andréa disse...

E eu que nem sei cantar, muito menos tocar um instrumento fico pensando o porque desta relação tão forte que eu tenho com a música. Li esta frase e achei que fez sentido: "A música, como arte dos sons, ritmos e harmonias, ajuda na sua plenitude a fortalecer o carácter e a glorificar o estado de alma."

Abs à todos

sel disse...

Bacana,eu tbém tenho muito disto,ando direto com fone no ouvido,eu acho que a música além de inspirar te renova,deixa as coisas mais leves,indico aqui um super livro que tem haver com música não sei se já leu,mas a estória é fantástica eu me apaixonei loucamente pelos personagens,vivi tudo do livro "VIOLINO-Anne Rice"..adoro esta escritora!