PENSANDO

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

LIÇÃO DE CASA, HORA DE FAZER!

Estou com muito trabalho pra Janeiro e Fevereiro e por isso meu ano já começou em 2009 ou 2009 só termina em Março pra mim. Com isso não passarei pela calmaria destas próximas semanas e não terei tempo pra fazer listas de mudança ou repensar posturas, ideias, planos e atitudes. Mas lendo hoje um revista muito velha, a única coisa que encontrei para ler no lugar onde passei o Natal, recebi toques inesperados e muito interessantes sobre dois assuntos, um deles é sobre auto-estima x narcisismo e o outro é sobre perdão.
Já me posicionei aqui sobre os dois assuntos, mas é sempre bom ir renovando as opiniões na medida em que novos elementos vão sendo descobertos.
Estou numa fase de vitoria parcial num processo na justiça e caminhando para um recurso mesmo tendo vencido. E avaliei que a alguns anos deixaria barato e não me aborreceria com um processo na justiça, e hoje resolvi não só me aborrecer como também resolvi não perdoar. Tanto busco o reparo material como busco o reparo de minhas emoções.
Mas isso tem um foco muito específico, uma relação trabalhista conflituosa e injusta.
Nas demais relações tenho tentado buscar conciliação e um perdão relativo.
É arrogante ficar na postura de perdoar, dá sempre a impressão de que os outros é que erraram, mas como não estou envolvido em pendencias pessoais mas sim em pequenas frustrações pessoais por me sentir por vezes não correspondido e não tendo reciprocidade, nisso me baseio aqui.
Gostar de mim sem exagero é algo que tenho buscado. Passar do ponto é cair na vaidade, na arrogância plena. Perdoar e conviver é algo que não faço, elimino o peso mas não corro mais o risco, e isso já defendi aqui.
Li coisas a respeito disso e vi parcialmente endossadas minhas posturas.
Mas vi também que vaidade e falta de perdão são dois tipos de venenos que matam a alma.
E que é preciso auto-conhecimento e percepção aguçadas para transitar bem por estes dois terrenos.
Embora ocupado, vou trabalhar minha cabeça nisso.
Vou buscar o ponto de equilíbrio, gostar de mim na medida certa e perceber os sentimentos dos outros sem injustiça ou favorecimento.

Um comentário:

Arquimedes Pessoni disse...

aí me lembro daquelas boas almas que rezam a ladainha de levar um tapa e dar a outra face...perdoar...perdôo...aí vem o complemento verbal do contraditório: "mas aqui se faz, aqui se paga!". Então não perdoou porra nenhuma e vai ficar remoendo coisas que já passaram? Estorna, meu...a fila anda! Don´t worry, be happy!